Annyeong haseyo! 
Tudo bem com vocês?
Sabe aquele tipo de filme que promete rejuvenescimento e entrega só dor de cabeça? Pois é, “O elixir” tentou misturar ciência, drama familiar e apocalipse zumbi… e saiu uma poção meio azeda.
Entre um pai obcecado pela juventude e uma amizade destruída por amor e ego, o caos só cresce. E no fim, a gente se pergunta: quem realmente sobreviveu, os humanos ou o roteiro?

Ficha Técnica
Drama: O elixir
Indonésio: Abadi Nan Jaya
Roteiro: Kimo Stamboel
Direção: Kimo Stamboel
Protagonistas: Eva Celia Latjuba, Mikha Tambayong e Donny Damara
Gênero: Suspense/Terror
Duração: 116 min
País: Indonésia
Lançamento: 2025
Disponível: Telegram e Netflix
Sinopse
Dirigido por Kimo Stamboel, no filme O Elixir, uma família tailandesa desarmoniosa resolve fazer um experimento para alavancar as vendas de sua empresa de fisioterapia. No entanto, a tentativa de poção acaba desencadeando uma invasão zumbi no local, e agora, um surto de mortos-vivos é o motivo do colapso de toda uma cidade. Sem um lugar seguro visível, os humanos que ainda não foram afetados pela dose, terão que correr para encontrarem um abrigo capaz de deixá-los, de qualquer forma, vivos.
Fonte: Adaptado de https://www.adorocinema.com/filmes/filme-1000031366/
Protagonistas

Kenes vive um casamento de fachada, cuidando do filho e tentando lidar com o pai super rico e controlador.
O rejuvenescimento que deu errado

Já vou ser direta: não gostei do filme. Além de ter efeitos bem fracos e lutas que nem em apocalipse zumbi seriam críveis, a motivação dos personagens é rasa.
O pai de Kenes, em sua busca pela juventude eterna, toma um “elixir” desenvolvido por uma de suas indústrias. A fórmula funciona, mas por pouco tempo. Logo ele se transforma em um zumbi, e antes que percebam, metade da galera já está infectada.
Pra piorar, no mesmo dia estavam todos reunidos, filha, genro e neto, discutindo a venda de uma subsidiária. Resultado: o almoço em família vira um verdadeiro The Walking Dinner.
Fuga, gritos e mais do mesmo

O vírus se espalha rápido, e começa a corrida pela sobrevivência com Kenes, o marido, o filho, o irmão, Karina e a empregada. Mas o grupo vai diminuindo, primeiro a empregada vira zumbi, depois o marido.
O foco do filme é só fugir, fugir e fugir… o que o torna vazio, sem emoção real ou conexões entre os personagens.
Quando chegam às autoridades, é tarde demais: todos morrem tentando conter o caos. O irmão de Kenes se sacrifica, depois ela mesma faz o mesmo pelo filho. No final, Karina foge de moto com o menino, deixando o cenário destruído para trás.
Mas o vírus continua se espalhando, e o último manipulador vai parar nas mãos de outro milionário. Ou seja: a desgraça ainda vai longe.
Considerações finais

Sinceramente? O Elixir tinha potencial, mas se perdeu na pressa de ser tudo ao mesmo tempo: drama, ficção científica e terror.
Os efeitos são ruins, o enredo é raso e a execução parece feita sem emoção nenhuma.
Assisti até o fim só porque não gosto de largar filme pela metade, mas se você não for fã de zumbis e quiser algo com mais conteúdo, pode pular sem culpa. Às vezes, o verdadeiro vírus é insistir até o final de um roteiro que já nasceu doente.
Leia também: https://koreanny.com/virus-k-filme-analise/
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