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High five | K-Filme | Análise



Annyeong haseyo! 

Tudo bem com vocês?

Quem diria que um simples transplante poderia te transformar em super-herói?

“High five” é aquele tipo de filme que mistura ação, comédia e boas doses de bizarrice, tudo no melhor estilo coreano. Não é só sobre poderes… é sobre união, ego e um vilão que quer brincar de Deus.

E olha: mesmo quem não curte filmes de heróis pode acabar rindo (e se divertindo) horrores!

Ficha Técnica

Drama: High Five
Hangul: 하이파이브
Roteiro: Kang Hyung-chul
Direção: : Kang Hyung-chul
Protagonistas: Lee Jae-in, Ahn Jae-hong, Ra Mi-ran, Kim Hee-won, Yoo Ah-in e Jin Young
Gênero: Fantasia
Duração: 119min
País: Coreia do Sul
Lançamento: 2025
Disponível: Telegram

Sinopse

Em “High five”, Park Wan-seo, Park Ji-seong, Kim Sun-nyeo, Heo Yak-su e Hwang Ki-dong vêm de origens completamente diferentes, mas têm algo em comum: todos passaram por transplantes de órgãos.

Além da recuperação física, eles acabam recebendo habilidades sobrenaturais inesperadas. Ao descobrirem a existência uns dos outros, formam uma equipe improvável. Com personalidades bem distintas, as discussões são frequentes, e os acidentes, constantes.

Enquanto isso, Seo Young-chun, líder de uma falsa religião, também recebe um transplante (de pâncreas) e desenvolve poderes especiais. Obcecado, ele parte em busca dos outros transplantados para realizar seu sonho de se tornar um ser supremo.

Fonte: Adaptado de https://asianwiki.com/Hi-5

Protagonistas

Em “High five”, Heo Yak-su (Kim Hee-won) tem o poder da cura; Kim Sun-nyeo (Ra Mi-ran) é a “cola” que conecta todos os poderes quando dá as mãos à galera; Park Wan-seo (Lee Jae-in) é pura força bruta; Hwang Ki-dong (Yoo Ah-in) é o mestre da tecnologia, estala os dedos e tudo funciona; e Park Ji-seong (Ahn Jae-hong) sopra e… pronto, derruba o que estiver pela frente.

Cada um com sua habilidade, formando um grupo completamente aleatório e, claro, caótico, do jeitinho que a gente gosta.

Transplantes sobrenaturais?!

Imagina você estar na fila de transplante e acordar com superpoderes ligados aos órgãos doados. Sim, é tão estranho quanto parece!

Wan-seo recebe um coração novo e, junto com ele, uma força absurda. Seu pai, um professor de taekwondo superprotetor, tenta controlar a filha… mas é impossível segurar alguém que agora é praticamente uma heroína.

A situação fica ainda mais curiosa quando Ji-seong aparece com a ideia de formar um grupo para reunir todos os “presenteados” com órgãos desse misterioso doador. É aí que entra Ki-dong, o hacker da turma, que descobre quem mais compartilha dessa origem tão improvável.

O vilão que queria ser Deus

Todo herói precisa de um vilão à altura, e aqui ele aparece na forma de um velho religioso obcecado por poder.

O homem tem a capacidade de roubar a vida das pessoas e usa isso para se manter jovem. Com uma igreja que mais parece um culto, ele manipula os fiéis, sonhando em ser adorado como uma divindade.

Quando descobre a existência dos outros com poderes, decide que vai “coletar” todos os órgãos especiais para si. Bizarro? Com certeza.

O show do falso milagreiro

Depois de sequestrar quase todo mundo (menos Wan-seo), o vilão rejuvenesce e inicia seu espetáculo: cura pessoas, realiza milagres e é tratado como um deus em um templo cheio de estátuas, aplausos e… puro egocentrismo.

Mas Wan-seo não fica parada. Ela chega para enfrentá-lo, e é aí que o caos se instala: lutas insanas, poderes voando por todos os lados e um misterioso retorno das habilidades de todos, talvez mérito de Sun-nyeo, com seu dom de reconectar tudo.

Considerações finais

“High five” é um festival de exageros, e é exatamente isso que o torna tão divertido. Não espere profundidade no estilo Marvel; aqui, a ação é desenfreada, a comédia é pastelona e há uma pitada de nonsense que funciona perfeitamente. Mesmo quem, como eu, não é fã de filmes de heróis, vai acabar se rendendo a essa mistura maluca de poderes, risadas e cenas absurdamente divertidas.

É o tipo de filme que não se leva a sério, e é justamente por isso que dá tão certo. Com personagens carismáticos, um vilão digno de novela e uma história que beira o absurdo, a trama conquista pelo humor e pela criatividade. Então, se você quer fugir dos clichês de super-heróis e dar boas risadas, esse é o seu filme. Dá o play, relaxa e… high five!

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Se você assistiu a “High five”, deixe sua opinião nos comentários.

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