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Law and the city | K-Drama | Análise


Annyeong haseyo! 

Tudo bem com vocês?

Um dorama jurídico cheio de promessas: casos sérios, advogados carismáticos e até um romance guardado no passado.
Mas, entre julgamentos sem profundidade e refeições intermináveis, a trama perde o fôlego. Os personagens até tentam segurar a narrativa, com algumas histórias individuais que se destacam. No entanto, o resultado final é arrastado, técnico demais e incapaz de despertar a emoção esperada.

 

Ficha Técnica

Drama: Law and the city
Hangul 서초동
Direção: Park Seung-Woo
Roteiro: Lee Seung-Hyun
Protagonistas:
Gênero: Tribunal/Vida
Duração: 12 episódios
País: Coreia
Lançamento: 2025
Disponível: Telegram

 

Sinopse

 

Ahn Ju-Hyeong ( Lee Jong-Suk ) trabalha como advogado. Ele tem o tipo de personalidade que o faz ser brutalmente honesto com outras pessoas. Ele nunca teve um profundo interesse ou sonho de se tornar um advogado para proteger os fracos ou fazer justiça. Ahn Ju-Hyeong se tornou advogado simplesmente porque gosta de seguir a lógica e os casos. Ele trabalha para o mesmo escritório de advocacia há 9 anos, desde que começou sua carreira jurídica e é reconhecido em seu escritório por seu trabalho, recebendo um salário recorde para um advogado associado. Ahn Ju-Hyeong não tem interesse em abrir seu próprio escritório de advocacia porque é muito trabalhoso para ele. Ele está confortável em seu local de trabalho perfeito, mas seu mundo pacífico começa a rachar.

Fonte: https://asianwiki.com/Law_and_the_City

 

Protagonistas

 

Kang Hui-Ji, a nova advogada, de temperamento doce e extremamente humana. Envolve-se emocionalmente em cada caso, deixando o coração falar mais alto.
Ha Sang-Gi, lutou muito para conquistar uma bolsa de estudos e se tornar um ótimo advogado.
Cho Chang-Won, filho de um ricaço, sempre desconsiderado pelo chefe. Apesar de ser um bom advogado, nunca recebeu o devido reconhecimento.
Ahn Ju-Hyeong, frio e calculista, trabalha há nove anos na mesma empresa e se destaca como um advogado brilhante.
Bae Mun-Jeong, apaixonada pela profissão, pela vida e por descobrir novos restaurantes.

 

Primeira Impressão


Confesso que comecei este dorama pelo “sukinhu”, mas que arrependimento! Foi o primeiro trabalho dele que simplesmente não me prendeu. Achei chato, monótono e precisei assistir na velocidade 2.0. A história carecia de ritmo e os casos, apesar de sérios, não tinham profundidade. Sem espaço para criar empatia, tudo soava superficial. Doramas de tribunal geralmente precisam de tensão e dramaticidade, mas este se perdeu no excesso de tecnicidade. Para quem não é da área, pode ser ainda mais cansativo.

O Romance que Não Foi


Apesar de não prometer romance, o dorama soltou algumas migalhas com o passado de Ahn Ju-Hyeong e Kang Hui-Ji. Eles viveram um breve relacionamento em Hong Kong e prometeram se reencontrar na Coreia. Anos depois, o destino os coloca na mesma empresa. Ele tenta fingir que não se lembra dela, enquanto ela já chega desarmando qualquer desculpa. Com o tempo, ele cede, mas os dois entram em choque por suas visões tão opostas: ela é puro coração, e ele, pura razão.

A Melhor Construção de Personagem


A personagem que mais me cativou foi Bae Mun-Jeong. Ela recebeu mais tempo de tela e, por isso, foi melhor desenvolvida. Além de amar a profissão, também tinha paixão por conhecer restaurantes e experimentar novas comidas. Porém, ao descobrir que estava grávida, enfrentou um dilema pessoal: no início não contou ao marido, com medo de sua reação. Para sua surpresa, ele se mostrou um parceiro incrível e a apoiou em tudo. Mun-Jeong mergulhou em reflexões sobre a maternidade, conciliando carreira e família. Sofreu no começo, mas aos poucos as coisas foram se ajeitando.

Mudanças de Caminho


Cho Chang-Won, antes uma piada para o chefe, percebeu que ser advogado já não bastava. Limitado e sem espaço para crescer, decidiu estudar para se tornar promotor. E conseguiu! Finalmente, teve poder de decisão e ainda deu o troco no chefe que sempre o menosprezou.

Ha Sang-Gi, por sua vez, descobriu que sua verdadeira vocação era ensinar. De bolsista esforçado a advogado de sucesso, fez fortuna, venceu a miséria e alcançou até o doutorado. Sua trajetória foi recompensada não só com conquistas profissionais, mas também com uma parceira à altura.

 Entre Processos e Refeições


O dorama tentou equilibrar os desafios da advocacia com momentos de vida pessoal. Muitas vezes, os amigos se reuniam para compartilhar refeições, mas isso acabou ocupando tempo demais de tela. Os casos, que poderiam ter mais profundidade, foram deixados em segundo plano, tornando a experiência arrastada para quem não aprecia um enredo tão técnico.

Conclusão Final


Apesar de alguns bons momentos e personagens interessantes, o dorama não me conquistou. A proposta de mostrar as complexidades da advocacia e, ao mesmo tempo, a importância das relações pessoais, acabou ficando repetitiva. No fim, ficou a sensação de tempo perdido em histórias mal exploradas e reuniões excessivas em volta da mesa.
E, como dizem, o final acabou em pizza, literalmente sem impacto.

 

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