Annyeong haseyo! 
Tudo bem com vocês?
E se o tempo fosse limitado… você teria coragem de amar mesmo assim?
Um diretor em busca de sentido.
Uma jovem que vive como se cada dia fosse o último.
Duas almas partidas que se encontram para viver uma história onde a ficção vira realidade, e o amor vence o medo.
Esse é o melodrama que vai tocar o coração de 2025.

Ficha Técnica
Drama: Our Movie
Hangul: 우리영화
Roteiro: Han Ka-Eun, Kang Kyeong-Min
Direção: Lee Jung-Heum
Protagonistas: Namkoong Min e Jeon Yeo-Bin
Gênero: Romance/melodrama
Duração: 12 episódios
País: Coreia do Sul
Lançamento: 2025
Disponível: Telegram
Sinopse
Lee Je-Ha ( Namkoong Min ) seguiu os passos de seu pai, que era considerado um mestre, e se tornou um diretor de cinema. Lee Je-Ha recebeu atenção mundial por seu filme de estreia e foi chamado de gênio, mas ele estava obcecado por uma possível maldição no segundo ano. Nos últimos 5 anos, ele não trabalhou em nada. Decidindo encerrar seu hiato de 5 anos, Lee Je-Ha começa a trabalhar em seu segundo filme. O roteiro contará uma história de romance envolvendo alguém com apenas uma quantidade limitada de tempo de vida. Enquanto fazia pesquisas para o filme, Lee Je-Ha conhece Lee Da-Eum ( Jeon Yeo-Bin ). Ela é uma aspirante a atriz e sofre de uma doença rara e incurável. Ela não sabe quanto tempo de vida lhe resta, mas é muito sociável e todos no hospital a conhecem. Ela dá conselhos a Lee Je-Ha para seu filme e se interessa pelo roteiro. Isso se torna um ponto de virada para ela como aspirante a atriz. Enquanto trabalham juntos no filme de romance, Lee Je-Ha e Lee Da-Eum, que têm suas próprias doenças, formam um relacionamento romântico.
Fonte: https://asianwiki.com/Our_Movie_(Korean_Drama)
Protagonistas

Lee Je-Ha (Namkoong Min) Diretor talentoso que brilhou com seu primeiro filme, mas acabou mergulhado em inseguranças e bloqueios criativos por anos. Ao decidir voltar ao trabalho com uma história sobre amor e finitude, ele reencontra sentido ao conhecer Da-Eum, cuja presença transforma sua maneira de ver a arte e a vida.
Lee Da-Eum (Jeon Yeo-Bin) Mesmo enfrentando uma doença incurável, Da-Eum vive com leveza e espalha alegria por onde passa. Seu encontro com Je-Ha desperta uma nova paixão pela atuação e lhe dá a chance de expressar suas emoções através do cinema e do amor que nasce durante esse processo.
Da-Eum: A Vida em Meio à Finitude
Esse é, sem dúvida, o melodrama do ano de 2025 impactante, bonito, reflexivo e cheio de amor e significados.
Da-Eum tinha o tempo contado, era uma paciente terminal. Ainda assim, esbanjava mais vida do que muitas pessoas saudáveis. A doença a assustava, claro, mas nunca a impediu de viver com intensidade cada segundo em que conseguia respirar. Seu maior sonho era ser atriz, mas, enquanto isso não acontecia, carregava sua filmadora para todo lado, registrando momentos, pessoas e a própria existência.
Ao seu lado, estava sempre Kwak Kyo-Young, sua melhor amiga, que se tornou mais do que isso, tornando-se sua irmã de alma e parte da família, junto com a acolhedora Hwang Mi-Sun mãe da amiga. A mãe da Da-Eum, também faleceu da mesma doença. Seu pai, Lee Jung-Hyo, um médico, vive entre a dor da perda da esposa e o medo constante de perder a filha.
Mesmo com os desafios diários, crises, remédios, horários rígidos, check-ups intermináveis, Da-Eum seguia vivendo com leveza e alegria. E foi justamente nesse contexto que ela conheceu Je-Ha, o homem que transformaria sua história.
Je-Ha: O Homem que Escrevia Roteiros
A vida de Je-Ha foi marcada por dor e silêncio. Cresceu sentindo-se negligenciado por um pai ausente, um diretor famoso mais apaixonado pelos próprios filmes do que pela própria família. Sua mãe também morreu vítima de uma doença, deixando marcas profundas em sua forma de ver o mundo.
Seu pai, celebrado como um gênio do cinema, terminou a vida envolto em um escândalo amoroso e Je-Ha acreditou nas fofocas. Mas ao decidir revisitar o passado e refilmar o icônico Amor em Branco, Je-Ha descobre a verdade: o roteiro original, que lançou seu pai à fama, havia sido escrito por sua mãe. Toda a glória foi roubada. O que era admiração se transformou em mágoa, e o cinema virou um lugar de desconforto e conflito.
Com cinco anos afastado das câmeras, Je-Ha decide filmar a história da sua mãe “Amor em branco” Um romance sobre alguém com tempo de vida limitado. Para isso, ele precisa de um consultor/medico que entenda esse sentimento, que viva essa urgência. É assim que Da-Eum cruza seu caminho.
Quando o Roteiro se Torna Realidade
Da-Eum entra na vida de Je-Ha como um raio de sol. Ela entende perfeitamente a história que ele quer contar, afinal, é a própria protagonista da vida real. Ao conseguir o papel principal do filme, não por caridade, mas por merecimento, ela se entrega ao projeto com alma.
Je-Ha, relutante e fechado, decide arriscar. E, aos poucos, Da-Eum começa a tocar partes dele que estavam adormecidas, mostra que o amor pode existir mesmo em meio à dor, que a vida, ainda que breve, pode ser intensa e cheia de significado.
Je-Ha, que nunca entendeu o amor, começa a se encantar por ela. Mas como alguém que nunca amou pode se permitir amar… alguém que está morrendo?
O filme se mistura com a realidade. A arte imita a vida ou talvez seja o contrário. No meio do caos e da finitude, nasce um amor verdadeiro, puro e transformador
Segredos, Sentimentos e Silêncios
Je-Ha precisa manter a verdade sobre Da-Eum em segredo. O risco de ela morrer antes das filmagens terminarem é alto demais, e isso colocaria tudo a perder o projeto, a produção e todos os envolvidos.
Mas esconder se torna cada vez mais difícil. Esconder o estado de saúde de Da-Eum… e esconder o que sente por ela.
As cenas entre os dois são de uma beleza silenciosa. Há poesia nos olhares, amor não dito nas pausas, diálogos inspiradores e doloridos. Je-Ha, antes ríspido e contido, se transforma. Ao compreender o que sua mãe sentia ao escrever aquele roteiro, ele finalmente entende o que é amar alguém.
E mesmo sendo o lado que ficará para trás, ele sabe: a Da-Eum vale a pena. O amor vale a pena. Tudo que viveu com ela, mesmo breve, valeu a pena.
A verdade vem à tona, sobre a doença, sobre o relacionamento, sobre os sentimentos. E com isso, o amor dos dois, antes escondido, agora floresce livre e luminoso.
Aceitação, Amor e Mudança
O pai de Da-Eum demora a aceitar tudo. O medo de perder a filha fala mais alto. Mas, no fim, apoia a escolha dela.
Je-Ha, por sua vez, declara sem hesitar: “Agora é a minha vez de descobrir como é amar alguém que pode partir a qualquer momento.”
Da-Eum transforma a vida de todos ao seu redor e também a de quem assiste a esse dorama. Porque todos nós, em algum momento, negligenciamos partes da nossa vida. Sempre existe algo que deixamos de viver por medo, comodismo ou negação.
Mas Da-Eum não tinha esse tempo. Ela viveu cada dia como se fosse o último porque podia ser mesmo. Ela sabia disso. E mesmo assim, viveu com coragem.
Um Amor que Vence o Tempo
O filme foi um sucesso. E Da-Eum partiu.
Mas ela partiu tendo vivido tudo o que sonhou: foi amada, cuidada, protegida. Sentiu medo da morte e desejo profundo pela vida. Chorou pela despedida, foi ferida por palavras, mas também acolhida por gestos. Viveu tudo o que qualquer pessoa saudável vive.
Ela não foi lembrada com pena, mas com saudade.
Ao partir, deixou em Je-Ha um novo olhar sobre a vida. Ele ousa mais. Se expressa mais. Ama com mais intensidade. Vive com mais verdade. Sente mais saudades. Porque viveu um amor.
E, no fim, a sensação que fica é que Je-Ha é o céu… e Da-Eum, uma estrela que continua brilhando lá de cima.
Conclusão final
Essa história não é só sobre o fim… é sobre tudo o que existe antes dele.
É sobre encontros que mudam destinos, sobre viver sem reservas, sobre o poder de um olhar, de um gesto, de um amor inesperado.
Da-Eum nos ensinou que a vida não precisa ser longa para ser inesquecível.
E Je-Ha nos mostrou que até quem viveu na sombra pode aprender a brilhar, quando encontra a estrela certa.
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