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Oh my ghost clients | K-drama | Análise



Annyeong haseyo! 

Tudo bem com vocês?

Um advogado falido, uma divindade sindicalista e fantasmas em busca de justiça. Entre risadas e lágrimas, o dorama escancara os horrores dos acidentes de trabalho. Com muito humor, crítica social e emoção, esta história dá voz a quem foi silenciado. Prepare-se para rir, se revoltar e, talvez, até acreditar em segundas chances.

 

 

Ficha Técnica

Drama: Oh my ghost clients
Hangul:  노무사 노무진
Roteiro: Kim Bo-tong e  Yoo Seung-hee
Direção: Yim Soon-rye e Lee Han-jun
Protagonista: Jung Kyoung-ho, Seol In-a, Cha Hak-yeon e Tang Joon-sang
Gênero: Drama/Fantasia
Duração: 10 episódios
País: Coreia do sul
Lançamento: 2025
Disponível: Netflix e Telegram

 

Sinopse

No Mu-jin é um advogado que não tem senso de justiça nem consciência social. Seu trabalho é apenas uma forma de ganhar a vida. Enquanto combate a corrupção no setor trabalhista com um YouTuber, No Mu-jin se encontra à beira da morte. Desde então, para sobreviver, No Mu-Jin resolve problemas trabalhistas solicitados por fantasmas. Ao trabalhar nesses casos, ele também cresce como pessoa e como advogado trabalhista.

Fonte: Adaptado de https://asianwiki.com/Oh_My_Ghost_Clients

 

Protagonistas

 

No Mu-jin (Jung Kyoung-ho) é um advogado que perdeu todo o seu dinheiro investindo em criptomoedas. Achando que ficaria rico, ele largou o emprego — uma decisão nada inteligente, diga-se de passagem. Resultado: ficou sem grana e ainda levou um pé na bunda da esposa, que o abandonou logo depois.

Na Hee-joo (Seol In-a), sua cunhada, é o oposto dele: cheia de vida, descolada e trabalha como YouTuber. O problema? Ela não aguenta mais ter a irmã morando em sua casa. E, sinceramente, dá até pena dela.

Go Gyeon-woo (Cha Hak-yeon) é amigo e futuro crush de Hee-joo. Ele também atua como YouTuber, mas de notícias. Na verdade, ele é jornalista de formação, só que decidiu viver a vida do seu jeito — e encontrou na internet a liberdade que precisava.

 

Um advogado em crise existencial

 

No Mu-jin é um advogado que perdeu tudo o que tinha investindo em criptomoedas. Na esperança de ficar milionário, largou o emprego — um verdadeiro tiro no pé. Para completar o pacote de azar, a esposa o abandonou. Sem dinheiro, sem rumo e completamente perdido, ele afunda em bebida e lamentações… até que uma ideia absurda aparece.

 

A estátua, o além e um novo propósito

 

Durante um de seus surtos alcoólicos, Mu-jin resolve oferecer seus serviços jurídicos a uma estátua de um menino segurando um livro. Surreal? Totalmente. Mas o mais surpreendente é que a estátua ganha vida — Bo-sal (Tang Joo-sang), um antigo ativista trabalhador que agora é uma divindade do além. Ele quase mata Mu-jin (literalmente!) e o arrasta para o outro mundo, fazendo um acordo: o advogado agora deve ajudar fantasmas que morreram vítimas de abusos no ambiente de trabalho. Um novo tipo de cliente… e um novo tipo de justiça.

Casos que cortam o coração

 

O dorama intercala humor com histórias reais e pesadas de vítimas de acidentes e abusos trabalhistas:

 

Justiça na era digital

 

Nosso trio atrapalhado — Mu-jin, Hee-joo e Gyeon-woo — forma um time afiado. Eles expõem as empresas podres usando vídeos, lives e redes sociais, viralizando na internet. Apesar dos dramas, os momentos cômicos são hilários, e a parceria entre eles é linda de ver: eles se apoiam, se arriscam juntos e lutam com o coração pelos direitos dos trabalhadores esquecidos.

 

Reencontros, romance e recomeços

 

E a pergunta que não quer calar: Mu-jin recupera a esposa?

Simmmm! Depois de tanto tropeço, ele consegue reconquistá-la, tem uma conversa sincera com o espírito do irmão falecido, e encontra paz com sua família. Sua esposa, aliás, já não aguentava mais viver na casa da irmã — ainda mais agora com o novo casal em cena! Na Hee-joo e Go Gyeon-woo são uma mistura deliciosa de mel e caos, trazendo leveza e diversão à trama.

 

Considerações finais

 

Por mais que o dorama traga risadas e cenas leves, ele cumpre um papel importante: dar voz àqueles que foram silenciados pelo sistema. Acidentes de trabalho, negligência e exploração são temas tratados com sensibilidade, emoção e indignação.

A mensagem é clara: ninguém deve ser invisível. Que esse drama sirva de alerta para todos.

 

 

 

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